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na caneta de um emigrante

"Defender a toirada à corda da ilha Terceira"

São necessárias alterações profundas na defesa das
toiradas à corda da ilha Terceira.

1 de Maio começa mais uma época da tourada à corda, mas a semelhança das anteriores vai começar aos trambolhões, isto porque na minha opinião deviam ter sido introduzidos novos pontos e alterados pontos do actual regulamento em defesa de um melhor espectáculo que ao que parece é único em todo Mundo e que se realiza todos os anos na ilha Terceira entre o dia 1 de Maio e 15 de Outubro.

Fui felizmente umas das pessoas que defendi há muito, muito tempo atrás a presença de uma ambulância neste evento, tinha Eu 12 anos de idade na altura reporto-me ao ano de 1984 quando fracturei um braço e o tempo de espera foi tanto que acabei por desesperar ir para casa sem direito a transporte., Mais tarde fui continuando a defender esta tese e hoje constato freguesias que realizam touradas com a presença do 115.

Mas muito mais há a fazer em prol da toirada à corda, em primeiro ela é incompatível com a de praça, como tal nunca e em circunstância alguma será possível toiradas à corda em simultâneo com touradas picadas ou touros de morte no mesmo local, quem tentar camuflar que as associações protectoras dos animais vão tentar tudo para que não se pratique touradas picadas e que vão deixar a toirada à corda esquecida engane-se, é obrigatório passar a mensagem que o toiro da ilha Terceira e sua tradição não possuem parecenças com touros picados que na maioria das vezes apenas tem um único V e onde os maus tratos são bem visíveis em seus eventos, o toiro da ilha Lilás POSSUI uma infinidade de V, vai, volta, vai, volta, vai e torna a voltar., Quero com isto dizer que este animal que em outros tempos longínquos nos defendeu e salvaguardou o Reinado Português dos soldados Espanhóis, não se fica apenas por uma actuação, há toiros que conseguem a proeza de mais de 70 cordas, o mesmo quero dizer que vão aos arraias das freguesias dar mais de 70 espectáculos numa vida que chega atingir em muitos casos 16 anos. Quantos artistas gostariam de conseguir tão brilhante proeza.

Mais, algum policiamento é uma farsa quantos de nos assistimos a brigas e confusões e os policias de serviço assobiam para lado e fazem de conta que nada vêem, alguns fiscais não tem carácter para possuir tão enorme responsabilidade, já vi fiscais "caídos" de bêbados dando o sinal de fogo pró ar e toiro prà rua, quando os regulamentos claramente proíbem a saída do referido animal sem uma boa e segura tapada por certo que todos nós ou quase já vimos belos jardins "embelezados" de papelões de caixas de cerveja e escrito "cuidado com as setas" se quisermos preservar e segurar a nossa tradição temos que fazer por ela não basta desejar é necessário e imperioso querer mudar.
Muita, muita coisa.

Inadmissível e inaceitável que no novo regulamento revisto uns meses atrás não se tenha proibido a circulação de garrafas de vidro nos arrais, outro erro enorme é transportar nossa tradição para outros destinos e "internacionalizar" toiros à corda, pastores e capinhas, considero que é um erro enormíssimo vulgarizar a "nossa" querida toirada à corda.

Considero muito fundamental alterar-se o transporte dos animais bravos para os arraias, Eu também defendo já há muito tempo que as ditas "gaiolas" não devem acabar por uma questão de preservar o passado "alimentando-o" para o futuro, mas não é admissível nos tempos que correm continuar a transportar os referidos animais em caixotões do mato para as freguesias e vice-versa, sua utilização deve apenas servir para o embolar dos bravos toiros, as funcionalidades do transporte necessitam de ser ajustadas aos novos tempos a nova realidade.

Cada freguesia devia possuir curais idênticos ou melhores que os existentes no Porto Martins e o animal em vez de passar longas horas asfixiado em 4 paredes de madeira com reduzidas dimensões que em alguns casos já levou mesmo à morte, deviam ser colocados num habitar com total ventilação e oxigenação sem limites a condizer com melhores condições e dando assim garantias de pelo menos fazer pensar um pouco mais aqueles que perseguem a tauromaquia da toirada à corda.

Também se queremos ser exemplo de Humanismo, não é aceitável que podendo evitar o toiro colher uma pessoa, se deixe marar sabendo que sua colhida para além de umas boas gargalhadas pode deixar sequelas irreversíveis que em alguns casos verídicos nem o tempo consegui apagar.

Termino apenas dizendo que a ilha Terceira e a maioria das suas gentes dispensam touradas picadas e touros de morte, mais longe vou e afirmo que sobrevivem sem touradas de praça mesmo no actual quadro vigente mas duvide que conseguissem viver sem a tradicional toirada à corda da ilha Terceira,
um espectáculo agradável, divertido, social, turístico e economicamente rentável, como em tudo na vida existe quem seja contra mas importa exclarecer que a violência deste evento é muito reduzida.

Temos todos a obrigação moral e ética de alertar, tentar e alterar o actual regulamento da tourada à corda, adaptando-o aos novos tempos e novas realidades sobe pena se não o fizermos rapidamente corrermos sérios riscos inerentes de não conseguirmos defender esta tradição e de a preservar no futuro.

Viva a toirada à corda da ilha Terceira, 
viva ao seu povo que com ela vibra.


1 Comment to "Defender a toirada à corda da ilha Terceira":

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orlando francisco ferreira freitas on Monday, August 20, 2012 1:16 PM
o que e nosso é nosso...
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